quinta-feira, março 29, 2007

Diz...

Sou um homem comum
Qualquer um Enganando
entre a dor e o prazer
Hei de viver e morrer
Como um homem comum
Mas o meu coração de poeta
Projeta-me em tal solidão
Que às vezes assisto
A guerras e festas imensas
Sei voar e tenho as fibras tensas
E sou um
Ninguém é comum
E eu sou ninguém
No meio de tanta gente ...

(Caetano - Peter Gast)

Um comentário:

Diego disse...

é engraçado como todo poeta sempre tem a mesma crise

ou será que não é só poeta, mas todo mundo

ou será todo mundo poeta

ou será que não é crise

é busca...