terça-feira, maio 15, 2007

Não há palavras certas

não sei dizer o que há em ti que fecha e abre;
só uma parte de mim compreende
que a voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas”.*

Não dá pra explicar, as vezes dói até sentir o que há no nós. O que motiva tudo, o que constrói, o que faz chorar... É tão forte e intenso, dividindo coisas, dividindo a minha vida, dividindo o presente. Nada é fácil de explicar, me faltam as palavras certas, o razão certa pra defender, “é isso”. Não há uma frase, não há nenhuma sigla que chegue perto do que eu quero expressar.
Devo dizer que dói, que até as vezes sangra, tanto querer intercalado com tanto sentir, tanto esperar. Eu quero andar de trem, pro resto da vida. Quero conceber novos passageiros, quero alimentar o forno com carvão, conhecer novos quilômetros, sentir tudo que houver no caminho.
Quero ganhar, quero chorar e até perder se for o caso. Desde que isso seja viver tudo que há pra viver.


(*Nalgum lugar - Zeca Baleiro)

3 comentários:

Diego disse...

O interessante é q vc tem convertido o que sente pros textos novamente (como há muito tempo atrás) e de maneira magistral

Por aqui tb sangra, mas sangra pra curar

E realmente não há frase, palavras ou siglas pra expressar. Na verdade acho que não há nem nomenclatura pra o sentimento. Muito maior que tudo que já vi, ouvi e li de relatos.

...

Débora Dias disse...

mulher q n me ama... nem me visita mais!!! esqueceu de mim foi???
ateh aqui no blog!?!?! rsrsrs
mas n se preoculpe nao.. eu tee amo do mermo jeito viu??/
rsrsrsrs
brincadeirinha!!
aparece peste!!
um xero!!!

vaca amarela disse...

filha amada..
adorei o texto e o nós..
que é definidamente indefinido!
saudades enormes..
sao joão mainha tá ai!
beijo grande no coração!